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| Qui, 11 de Junho de 2009 17:07 |
Ao VentoPor: Lisiane Padilha![]() Alguns fatos são inevitáveis, assim como a reação das pessoas aos fatos que de certa forma interferem em nossas vidas, não de forma indireta somente, mas como devemos aceitá-las, ou seja, as mudanças que justificam essas atitudes quanto as reações, é a forma como devemos encarar a situação e levar a diante. Realmente, devemos analisar o que se passa e ver se há necessidade de continuar num embaraço emocional que te faz pensar que, quem sabe, o fato ocorrido não interfira no que se sente em relação a outra pessoa. Seria inútil a ilusão de que é fácil, aceitar quando no interior dos pensamentos, sabe-se que essa perspectiva de mudança alterará os batimentos do coração, da razão e até mesmo da sedução. Viver uma história, um ilusionismo acaba com qualquer teoria sobre valorização e auto-conhecimento. Digo isso, pois cada relacionamento é baseado em um fato importante, característico das pessoas. Estamos diante de um estado psico-social em mutação, onde deixamo-nos levar pelas aparências e esquecemos que por trás do estereotipo de homem maravilhoso, há um fato relevante e que muda a vida, fazendo com que a reação devida, se torne o elo principal para romper qualquer laço amoroso, seducional e até mesmo do futuro promissor. Cada caminho é marcado por incertezas e descobertas, pelo medo de arriscar. Mas qual é o momento em que deixamos de lado isso, para seguirmos a vida de forma tranqüila, sabendo que o desvinculo foi correto e nada vai mudar, pois a reação é esperada. Ou deveria ser. Penso que a fase é assim: chega-se ao ponto de que não é mais possível continuar assim, querendo que tudo fosse diferente, que os encontros fossem às claras e de forma simples. Eis que a consciência começa a capitar as reações e o foco torna-se a ser o questionamento, do porque que tem que ser assim? Adriana Calcanhoto em seu repertorio principal, sita em uma das suas músicas, o desespero de uma mulher que espera por seu amor de braços e coração aberto. Entretanto, o mais marcante da letra musical é a parte em que se refere o “se meu desejo não tem fim”. Até quando o desejo leva as pessoas a fazer mudanças? Ou uma simples atração, seria a justificativa de um enredo histórico entre duas pessoas completamente diferentes? O motivo no entanto é algo passível de discussão, para unilateralmente, em um ambiente de tranquilidade e que se possa fazer reflexões acerca do tal fato. Sinceramente, já tive dias assim, em que achei ter tomado a decisão certa, mas vem o desejo e muda tudo, fazendo que se crie uma sintonia entre a razão e o coração; a alegria acalma a alma, o contato físico o coração, as palavras a aflição. E agora? O que fazer? O que dizer? O que pensar? O que sentir? Somente o tempo e os fatos dirão, ou não. Perfil o autor:A ordem é desocupar lugares. Filtrar emoções. E fazer uma espécie de Feng-shui na alma... Que bons ventos tragam novas energias! Fonte Artigos |
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